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  • Porto de Santos Bate a Marca de 50 Milhões TEU na Movimentação de Contêineres - Número simboliza consolidação de Santos com Hub Port do Atlântico SulO Porto de Santos deve atingir ...


    Número simboliza consolidação de Santos com Hub Port do Atlântico Sul

    O Porto de Santos deve atingir neste mês de maio de 2016 a marca de 50 milhões TEU na movimentação de contêineres. TEU (Twenty Foot Equivalent Unit) é a unidade padrão deste tipo de transporte e equivale a um contêiner de 20 pés. De acordo com os números registrados pela Companhia Docas do Estado de São Paulo, até março foram 49,6 milhões TEU movimentados no cais santista. A média mensal nos últimos três anos está acima de 300 mil TEU.

    As estatísticas para aferição da movimentação de contêineres no Porto de Santos partem de 1970, embora os dois primeiros contêineres tenham chegado a este porto em 1965, ainda de forma experimental. Eles foram descarregados pela cábrea Sansão, de propriedade da Codesp. Nos primeiros dez anos, este tipo de carga apresentou uma movimentação incipiente. O primeiro avanço acontece em 1981, quando instala-se o Terminal de Contêineres (Tecon), hoje administrado pela Santos Brasil, na margem esquerda do Porto de Santos. Daquele ano até hoje, outros terminais especializados, com equipamentos modernos (transtêineres, portêineres), foram instalados, sendo os últimos o Brasil Terminal Portuário (BTP) e a Embraport, ambos entrando em operação em 2013.

    Naquele ano, Santos foi apontado como maior porto da América Latina na movimentação de contêineres, superando o Porto de Balboa, no Canal do Panamá. No ano passado, em julho, foi batido o recorde mensal do Porto, com o registro de 360 mil TEU. O crescimento tem se dado não somente pelo aumento na capacidade de movimentação, mas também pela produtividade.

    Os terminais de contêineres de Santos vêm batendo recordes sucessivos. A principal marca é do líder no market share, com 34,5% de participação (dados relativos a 2015): a empresa Santos Brasil fechou o mês de março de 2016 com uma média de 110,02 movimentos por hora (MPH), sendo que Anteriormente, a maior marca mensal no Porto de Santos havia sido registrada em novembro de 2014 pela própria Santos Brasil, quando o Tecon Santos atingiu 109 MPH em média.

    Na operação específica, o Tecon atingiu o recorde em 6 de abril 225,25 MPH na operação do navio MSC Bremen. Outro operador, a Brasil Terminal Portuário (BTP) iniciou 2016 estabelecendo dois novos recordes na movimentação de contêineres. Segundo a empresa, em janeiro deste ano, a média de produtividade alcançou o patamar de 35,66 MPH/STS (movimentos por hora por portêiner – STS), superando o maior indicador já atingido pela empresa, que foi de 34,11 MPH/STS registrado em maio de 2015. Já em fevereiro deste ano, foi a vez da equipe bater o recorde no navio. Foram 206,82 movimentos por hora durante as descargas e embarques do navio MSC Geneva, o que corresponde a uma produtividade média de 44,53 MPH por equipamento portuário (STS).

    A carga conteinerizada responde atualmente por cerca de ¼ da movimentação total em toneladas do Porto de Santos. O principal produto transportado por contêiner no Porto de Santos é o café, com mais de 1,6 milhão de toneladas em 2015.

    Fonte: Export News
  • Amazon dá mais um passo na direção da logística - A Amazon divulgou um contrato firmado com a empresa aérea Atlas Air Worldwide Holdings, com sede em ...


    A Amazon divulgou um contrato firmado com a empresa aérea Atlas Air Worldwide Holdings, com sede em Nova York, para wet lease de 20 aeronaves Boeing 767-300 convertidos para cargueiros. O acordo de wet lease concede à contratante o avião totalmente tripulado, com seguro e manutenção pagas pelo contratado, que recebe pelas horas operadas. Este é o segundo contrato da Amazon envolvendo aeronaves cargueiras neste ano.

    Inicialmente, o acordo prevê que as aeronaves serão operadas pela subsidiária da Atlas Air Worldwide por sete anos, com previsão para início parcial das atividades no segundo semestre de 2016, até que todos os serviços estejam disponíveis, o que se prevê para 2018.

    Além dos serviços acordados, a Atlas Air Worldwide também garantiu à Amazon a opção de compra de até 20% das ações de mercado da operadora de cargas, ao preço estipulado de US$ 37,50 por ação, válido por um período de cinco anos, e mais a opção de aquisição de outros 10% da companhia em um prazo de sete anos. Isso significa que o acordo garantiria à Amazon a possibilidade de se tornar sócia de 30% da Atlas Air Worldwide.

    O vice-presidente da Amazon para operações mundiais, Dave Clark, declarou à ATW (Air Transportation World) que as aeronaves 767F operadas pela Atlas Air serão utilizadas para a entrega de remessas da Amazon a clientes “que fazem questão das entregas ultra-rápidas, a preços excelentes e uma vasta opção de canais”.

    Há pouco mais de uma semana, o executivo de Desenvolvimento de Mercados e Comunicação Corporativa da própria Amazon, Mike Glenn, havia negado as especulações de que a Amazon estaria trabalhando para construir sua própria rede logística aérea, com o propósito de competir com a FedEx e UPS (United Parcel Service). “A verdade é que seria uma tarefa exaustiva, que demandaria dezenas de bilhões de dólares de capital, além de anos a fio, para construirmos escala e densidade suficientes para replicar uma rede já solidificada como a da FedEx”, disse Glenn na ocasião.

    Fonte: guiamaritimo